YouTuber solidário constrói 100 poços artesianos e leva água potável para 500 mil pessoas na África 

28/02/2024 • Atualizado em

Conhecido por seus vídeos virais e feitos extraordinários, Jimmy Donaldson, mais conhecido como MrBeast, ultrapassou as fronteiras do digital para fazer uma diferença no mundo real. Com 25 anos e um coração gigante, este influenciador e empresário visionário embarcou em uma missão transformadora: financiar a construção de 100 poços de água em cinco países da África, beneficiando diretamente 500.000 pessoas. 
 
📍 Onde aconteceu o projeto? Quênia, Zimbábue, Uganda, Somália e Camarões. 
💰 Quanto foi investido? Cerca de US$ 2 milhões (10 milhões de reais). A iniciativa não só melhora a qualidade de vida, mas também inspira uma onda global de solidariedade e ação comunitária. 
💧 Mais que água: A iniciativa foi além do acesso à água potável. Ele também contribuiu com livros para escolas, bicicletas para crianças e até reconstruiu uma ponte, mostrando que pequenas ações podem gerar grandes ondas de impacto. 
 
“Eu sei que é estranho um YouTuber ter que fazer tudo isso, mas alguém tem que fazer. Se ninguém mais fizer, a gente faz” – disse MrBeast. 
 
Clique aqui e assista o vídeo completo!

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Smartphone mais sustentável do mundo

03/02/2024 • Atualizado em

Obsolescência Programada é o termo usado para descrever uma prática, adotada pela indústria, onde produtos são intencionalmente projetados para ter uma vida útil curta e trazendo muitas implicações ambientais e econômicas. Essa conduta impulsiona um ciclo contínuo de consumo e descarte, contribuindo significativamente para o aumento do lixo no planeta. 

O vídeo A História das Coisas ilustra como os produtos são fabricados, desde a extração da matéria-prima até o seu descarte, revelando os impactos negativos causados no meio ambiente e na saúde pública. Essa perspectiva questiona valores, padrões sociais de consumo e a falsa ideia de necessidade induzida pela mídia e grandes corporações. Desafia os espectadores a refletirem sobre seus hábitos de consumo, destacando o mal que resíduos tóxicos causam ao planeta. 

Fundada em Amsterdã, na Holanda, a Startup Fairphone introduziu um modelo de negócios inovador, focando na sustentabilidade de seus smartphones. Os aparelhos eletrônicos são projetados para serem facilmente reparáveis e atualizáveis, prolongando sua vida útil e reduzindo a necessidade de substituição frequente. Essa abordagem contrasta fortemente com a tendência atual de dispositivos selados e de difícil reparo. Ao promover a reparabilidade e a atualização dos seus produtos, a Fairphone está caminhando para criar um movimento contra a Obsolescência Programada, mostrando que é possível combinar tecnologia e sustentabilidade. 

Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), anualmente estima-se que 50 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos sejam geradas globalmente, ultrapassando a produção acumulada de todas as aeronaves comerciais até hoje. Contudo, apenas 20% desse montante é reciclado, contribuindo para uma crescente pilha global de detritos eletrônicos. 

Essa pilha tende a crescer proporcionalmente à demanda crescente por dispositivos portáteis e telefones celulares. Projeções do Fórum Econômico Mundial apontam para mais que o dobro na produção anual de lixo eletrônico até 2050, chegando a 120 milhões de toneladas. Nesse contexto, a abordagem da Fairphone assume um papel crucial, encorajando a vida útil estendida de seus dispositivos e reduzindo a contribuição para esse aumento preocupante no descarte eletrônico.  

Bas Van Abel é cofundador da Fairphone e afirma ter criado “o smartphone mais sustentável do mundo”. “Esta é a câmera do meu celular”, mostra Abel. Ele segura um pequeno componente eletrônico retirado do smartphone com uma chave de fenda minúscula. “Ao todo, são oito componentes substituíveis”, explica ele, desmontando cuidadosamente o smartphone.  

Van Abel afirma que a empresa já aumentou para 14 o número de materiais éticos e sustentáveis e planeja expandir ainda mais.  


O Fairphone 4, um dos modelos da companhia holandesa, foi elaborado com alumínio de fornecedores certificados pela ASI e sua tampa traseira é feita com 100% de plásticos reciclados. Esse celular oferece uma experiência tecnológica de ponta com seu sistema operacional Android™ 13, processador Qualcomm Snapdragon 750G e conectividade 5G. Comprometido com atualizações de software até 2026 (com possibilidade de estender para 2028), o dispositivo desafia a obsolescência programada, promovendo sua longevidade. O sistema de câmera dupla de 48 MP do Fairphone 4 captura cada momento com detalhes, desde ultra-wide até gravação de vídeo em 4k. Com uma tela Full HD+ de 6.3 polegadas, proporciona uma experiência visual imersiva, incorporada em um design robusto e sustentável. 

Enquanto muitos dispositivos são projetados para se tornarem obsoletos rapidamente, os aparelhos da startup destacam-se como um exemplo de escolhas conscientes, oferecendo tecnologia de ponta com a promessa de suporte de software estendido. Repensar nossos hábitos de consumo, escolher tecnologias sustentáveis e adotar práticas éticas são passos importantes para um futuro mais consciente. 

Não dá para voltar no tempo, mas dá tempo de mudar o futuro. 

Mude o futuro hoje! 

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Dados são o novo petróleo! Será? 

13/11/2023 • Atualizado em

Vivemos na era da informação e os dados já são considerados como o “novo petróleo”. Essa expressão tem sido amplamente citada no mercado, com executivos de todo o mundo defendendo a ideia de que os dados são tão, ou mais, valiosos do que o petróleo. Em tese, quem souber fazer bom uso deles e aproveitar todo seu potencial só tem a ganhar.

Enquanto o petróleo é um recurso finito e desafiador de se encontrar, dados e informações são produzidos todos os dias e estão disponíveis na era digital de forma abundante. Contudo, ambos precisam de especialistas, com conhecimento e inteligência para transformar os recursos brutos extraídos em ativos valiosos.

A quantidade de informações disponibilizadas graças à internet e às tecnologias digitais é enorme e está acessível para todos. Embora muitos de nós possam facilmente encontrar informações com uma rápida busca no Google, o verdadeiro valor reside na capacidade de transformar informação em conhecimento e aplicar esse conhecimento de maneira inteligente.

Vamos entender as definições de dados, informação, conhecimento e inteligência:

Dados

Dados são elementos brutos e sem significado por si mesmos. Eles podem ser números, palavras, imagens ou qualquer outra representação simbólica de fatos ou eventos. Por exemplo, números de vazão de um poço artesiano, datas, nomes de pessoas, ou qualquer outra informação em sua forma mais básica, são considerados dados.

Informação

Informação é o próximo passo na transformação dos dados. Ela surge quando os dados são processados e organizados de forma a terem significado e utilidade. Por exemplo, se tivermos uma lista de números de vazão do poço ao longo de um mês. Calcular a média desses números nos fornece informações sobre a vazão média daquele mês.

Conhecimento

O conhecimento é uma etapa além da informação. Ele envolve a interpretação da informação e a sua contextualização. É a capacidade de compreender as relações entre diferentes conjuntos de informações e aplicar esse entendimento a situações específicas. O conhecimento pode ser adquirido através da experiência, educação e aprendizado contínuo.

Inteligência

A inteligência é a capacidade de usar o conhecimento de forma eficaz para resolver problemas, tomar decisões e adaptar-se a novas situações. Envolve o pensamento crítico, a criatividade e a capacidade de aprender com experiências vividas e desafios. A inteligência vai além de simplesmente possuir conhecimento; é a habilidade de aplicar esse conhecimento de maneira eficiente e adaptativa.

Pode até ser que o “novo petróleo” sejam os dados, mas em sua forma “bruta” tem pouco valor. O grande diferencial é a aplicação do conhecimento e inteligência.

Se você tem uma dor de cabeça, por exemplo, pode recorrer ao Google para encontrar, gratuitamente, diversos sites com informações para aliviar a sua dor. No entanto, se enfrentar uma dor de cabeça recorrente, persistente e potencialmente complexa, é provável que você vai querer pagar por um diagnóstico de um neurologista que vai propor uma solução para o seu problema. Nessa hora você está buscando o conhecimento e a inteligência daquele médico, pois aquilo tem muito valor.

Da mesma forma, a telemetria para extração de dados e informações de um poço artesiano está cada vez mais acessível. Diversas empresas fornecem tecnologia de hardware e software para coletar dados do seu poço. Porém, o que significam esses números para você? Se o nível do poço desceu em relação a medição anterior, isso é um problema? A vazão baixou, o que você precisa fazer? Para essas respostas, assim como o exemplo da dor de cabeça, você precisa de um especialista que vai aplicar conhecimento e inteligência na interpretação dessas informações. Um diagnóstico preciso pode determinar se há problemas no poço e, mais do que isso, sugerir as ações corretivas necessárias para resolvê-las.

A telemetria fornece dados e informações, mas o conhecimento e a inteligência capacitam a tomada de decisões informadas e a ação eficaz, o que, em última análise, tem um valor inestimável para manter a operação do poço em condições ideais.

A Inteligência Hidrogeológica da Geoblue se baseia em quatro tipos de análise:

Análise Descritiva | O que aconteceu?

Descreve e resume os dados coletados do poço artesiano, identificando seus padrões.

Análise Diagnóstica | Por que aconteceu?

Busca entender as causas e os motivos por trás de determinados eventos ou padrões identificados na análise descritiva.

Análise Preditiva | O que pode acontecer?

Prevê eventos futuros com base em dados históricos do poço artesiano.

Prescritiva | O que fazer?

Recomenda ações a serem tomadas para otimizar a gestão do poço artesiano e garantir sua sustentabilidade

A capacidade de compreender, interpretar e aplicar informações de maneira eficaz é o que diferencia as pessoas e organizações de sucesso. O conhecimento e a inteligência permitem a tomada de decisões informadas, a resolução de problemas complexos e a criação de novas soluções.

O verdadeiro valor está na capacidade de adquirir, desenvolver e aplicar conhecimento e inteligência em um mundo em constante evolução. A valorização do aprendizado contínuo e do desenvolvimento de habilidades intelectuais é fundamental para prosperar em qualquer campo.

Conte conosco para fazer a gestão do seu poço artesiano!

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Sobre o autor:

Rodolfo  Locher

Rodolfo Locher é sócio-diretor na Geoblue Soluções Ambientais, formado em Sistemas de Informação pelo Instituto Mackenzie – SP (2003) com extensão em Business Intelligence pela FGV (2005) trabalha há dez anos com Meio Ambiente

Aprenda a economizar água ao usar a descarga 

31/07/2023 • Atualizado em

O banheiro é o ambiente que tem um dos maiores consumos de água de uma residência, pois lá existem três pontos de entrada: o chuveiro, o vaso sanitário e a pia. Consequentemente, se o banheiro pode ter um dos maiores consumos ele também pode ser o local com um dos maiores desperdícios de água. 

“..ao acionar uma válvula de descarga por seis segundos você gasta cerca de 12 litros de água. Se a válvula estiver com problemas, esse volume pode aumentar para 30 litros de água em cada descarga” 

Preservar água é de grande importância e deve se tornar um hábito essencial no dia a dia das pessoas.  De acordo com a Organização das Nações Unidas – ONU, cada pessoa necessita de 3,3 mil litros de água por mês (cerca de 110 litros de água por dia para atender às necessidades de consumo e higiene). No Brasil, porém, o consumo médio por indivíduo é de 166,3 litros, chegando a ultrapassar os 200 litros em alguns estados. 

Em relação aos vasos sanitários, há décadas fazemos algo que já é um desperdício: utilizamos água potável para eliminar urina e fezes. Neste caso, o ideal seria ter um reservatório de água de reuso que forneceria a água para os vasos sanitários do imóvel. 

omo, em muitos casos, não há como fazer uma rede exclusiva de água de reuso para os vasos, separamos algumas formas de economizar água para dar a descarga.  

Existem as descargas com acionamento por válvula e os vasos com caixa acoplada. Para se ter uma ideia, ao acionar uma válvula de descarga por seis segundos você gasta cerca de 12 litros de água. Se a válvula estiver com problemas, esse volume pode aumentar para 30 litros de água em cada descarga.  

As descargas com caixa acopladas chegaram para economizar. Nesse tipo de acionamento, o consumo pode cair pela metade em relação às válvulas, cerca de 6 litros. Os modelos mais modernos contam, ainda, com um botão acionamento duplo, ou seja, para dejetos líquidos você pode dar meia descarga e gastar 3 litros ou optar por uma descarga total. 

Dicas para economizar água com descarga por válvula 

  • Substituição para caixa acoplada 
    Se possível, troque a sua descarga de acionamento por válvula para um vaso com caixa acoplada de duplo acionamento. 
     
  • Substituição para válvula de fluxo fixo 
    Caso não seja possível substituir o seu vaso por um modelo de caixa acoplada, troque a sua válvula antiga por uma com tecnologia de fluxo fixo, que libera a quantidade de água necessária independentemente do tempo de acionamento, evitando o desperdício de água na hora da descarga. 
    1. Acionamento controlado 

    Uma alternativa para economizar água na hora da descarga é controlar a pressão e o tempo de acionamento. Como existem diversas válvulas com comportamento diferentes você vai precisar identificar qual o melhor jeito para acionar a sua descarga para que ela cumpra com o objetivo e traga economia de água. 

    1. Dois xixis por descarga 
      Se você é uma pessoa que se hidrata bem deve ir com mais frequência ao banheiro para fazer xixi. Se o uso é individual ou em família, uma sugestão é dar uma descarga a cada duas idas ao banheiro.  

    Dicas para economizar água com descarga de caixa acoplada 

    1. Substituição para o sistema de duplo acionamento 
      Se possível, troque seu modelo para o sistema de descarga com duplo acionamento. Isso fará com que você tenha a opção de gastar menos água para dejetos líquidos. 
    1. Regulagem da boia 

    A maior parte das caixas acopladas permitem que você regule a altura que a boia deve interromper a entrada de água (hora que a caixa acoplada fica cheia). Você pode reduzir a altura dela para que, por exemplo, a caixa fique cheia com 5 litros de água em vez de 6 litros. No entanto, é importante verificar se a descarga continuará eficiente, ou seja, se ela vai levar com eficiência os dejetos. 

    1. Garrafa cheia na caixa acoplada 

    Colocar uma garrafa PET, ou mesmo de vidro, cheia de água ou areia, dentro da caixa acoplada vai fazer com que ela ocupe o espaço que, antes, seria de água. Com isso, você mantém a pressão de saída, mas utiliza um volume menor de água. Se a caixa de descarga acomodar uma garrafa PET de 2 litros, por exemplo, sempre que a descarga for acionada, ela precisará de 2 litros a menos para operar. Neste caso, também será necessário testar para ver se a eficiência da descarga se manterá. Certifique-se de que a garrafa não interfira com qualquer peça do sistema de descarga. 

    1. Dois xixis por descarga 

    Se você é uma pessoa que se hidrata bem deve ir com mais frequência ao banheiro para fazer xixi. Se o uso é individual ou em família, uma sugestão é dar uma descarga a cada duas idas ao banheiro. 

    Confira outras dicas úteis de como reutilizar a água usada em outros lugares da casa para dar descarga: 

    💦 Máquina de lavar:  

    – Quando usada no modo cheio, a máquina de lavar consome 50L de água potável por ciclo. Utilize bombonas com tampa para armazenar a água usada e reutilize para dar descargas.  

     💧 Banho:  

    – Se você tem aquecimento a gás coloque um balde e capte a água enquanto aguarda a chegada da água quente. Depois, utilize essa água para dar descarga, na máquina de lavar roupa, ou para a limpeza. 

    – Feche o registro na hora de se ensaboar. Se possível, use uma bacia para coletar a água e reutilize na descarga.  

    Juntos podemos fazer a diferença! 💚🌍 

     

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    07 pontos importantes que você precisa saber antes comprar um poço artesiano

    23/05/2023 • Atualizado em

    Um poço artesiano é uma obra de engenharia geológica, regulamentada pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia – CREA, fundamentada por estudos hidro geológicos com a finalidade de captar águas subterrâneas.

    O nome técnico é Poço Tubular Profundo e os tipos de poços variam conforme os aquíferos a serem atravessados. Existem poços totalmente revestidos (aquíferos granulares ou sedimentares) e poços parcialmente revestidos (aquíferos fissurais ou cristalinos).

    A tecnologia empregada deve ser planejada em consonância com as diferentes camadas a serem perfuradas. Cada poço artesiano tem um resultado específico, que pode variar por conta das camadas perfuradas, metodologia construtiva e, principalmente, sua avaliação hidrodinâmica. Para obter um alto desempenho é necessário que em cada etapa que envolve a construção do poço seja aplicado todo o conhecimento adquirido, por meio das experiências vividas e pelo geólogo que conduzirá a obra.

    Se você está considerando a ideia de ter um Poço Artesiano é importante estar bem-informado antes de tomar essa decisão. Separamos sete pontos importantes que você precisa saber antes de contratar a perfuração um poço artesiano.

    1 – Local da Perfuração

    Para construir um poço artesiano de alto desempenho, primeiramente, é necessário que o local escolhido para a perfuração tenha espaço suficiente para o acesso dos caminhões que levam a perfuratriz, as hastes e outras ferramentas necessárias para a obra. Além disso, as condições geológicas e hidrogeológicas do terreno devem ser analisadas pelo geólogo para buscar o melhor desempenho do poço.

    2 – Projeto e execução seguindo as Normas ABNT

    Parece óbvio, mas não é! O projeto e a execução da obra de engenharia geológica devem ser planejados e realizados seguindo as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT. Por não ser algo exigido por lei, muitas empresas de perfuração ignoram essa questão entregando para você um poço fora de norma e com boas chances de trazer problema no curto prazo.

    3 – Responsabilidade Técnica

    Verifique se a empresa que está ofertando a perfuração do poço tem um Geólogo responsável credenciado pelo órgão regulador, o CREA – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia e se ele irá acompanhar a obra no campo. Além disso, a própria empresa também precisa ser credenciada no órgão para poder executar a obra de perfuração.

    Consulte empresas e profissionais credenciados no CREA por meio desse link: https://tinyurl.com/consulta-crea

    4 – Diâmetros de perfuração e revestimento

    Os diâmetros de perfuração e revestimento do poço devem ser definidos com base na necessidade de vazão que se está buscando e das condições hidrodinâmicas do aquífero. Além do diâmetro, o material e a espessura dos tubos de revestimento também devem atender às normas ABNT. Este revestimento precisa suportar as condições de pressão a que o tubo e/ou filtro serão submetidos e também suportar a ação da água a que o tubo e/ou filtro serão expostos. Fique atento a estes itens, pois a norma estabelece uma espessura diferente para cada tipo de revestimento. O Tubo DIN 2440 de diâmetro 6″, por exemplo, deve ter espessura de 4,75mm (o equivalente a três moedas de 1 real); no entanto, o que muitas vezes é ofertado são tubos com o mesmo diâmetro de 6″, mas com apenas 2,25mm de espessura (o equivalente a apenas uma moeda de 0,25 centavos).

    5 – Teste de vazão

    Após a perfuração é fundamental realizar um teste de vazão escalonado para saber qual a vazão ideal deverá ser extraída do poço artesiano sem comprometer o aquífero. Neste momento também se define qual a melhor profundidade que o sistema de bombeamento deve ser instalado para não consumir energia desnecessária. Um poço de alto desempenho!

    6 – Monitoramento da Qualidade da Água

    Quando você consome a água da concessionária, por exemplo, ela já vem analisada pela empresa e dentro dos parâmetros de potabilidade. No entanto, se você tem uma fonte alternativa de água (poço artesiano) e que será usada para consumo humano, a vigilância sanitária exige que você faça o monitoramento da qualidade da água, a fim de garantir que ela esteja em conformidade com os padrões estabelecidos.

    7 – Manutenção do Poço

    Não confundir troca de equipamento queimado com limpeza do poço. Ambos são manutenção, mas com objetivos diferentes.

    A limpeza do poço tem como objetivo:

    • Extrair detritos e oxidações que vão se juntando em sua estrutura (revestimento ou parede da rocha) e sistema de bombeamento, buscando manter as às condições hidrogeologias o mais próximo do original;
    • Avaliar as condições dos equipamentos instalados e verificar seu funcionamento.

    Estes procedimentos podem evitar a queima do conjunto moto-bomba e possíveis contaminações bacteriológicas, fundamental para garantir o abastecimento de água em quantidade e qualidade.

    Existem diversas formas de realizar limpezas nos poços e, para cada situação, uma técnica específica deve ser empregada.

    A escolha correta leva a resultados com alto desempenho.

    A Geoblue faz o projeto, acompanha a perfuração e realiza a gestão hídrica de poços artesianos de alto desempenho desde 1993.

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    Sobre o autor:

    Rodolfo  Locher

    Rodolfo Locher é sócio-diretor na Geoblue Soluções Ambientais, formado em Sistemas de Informação pelo Instituto Mackenzie – SP (2003) com extensão em Business Intelligence pela FGV (2005) trabalha há dez anos com Meio Ambiente